O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou o acidente e manifestou pesar às famílias.
Pelo menos 15 pessoas morreram e outras 18 ficaram feridas após o descarrilamento do Elevador da Glória, em Lisboa, nesta quarta-feira (3). O tradicional funicular, que liga a Praça dos Restauradores ao Bairro Alto, transportava turistas e moradores quando saiu dos trilhos em uma das vias mais movimentadas da capital portuguesa.
Entre os feridos, cinco estão em estado grave, segundo o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). Outras 13 pessoas, incluindo uma criança, sofreram ferimentos leves e foram encaminhadas a hospitais da região.
Mobilização das autoridades
Equipes do Corpo de Bombeiros de Lisboa e da Polícia de Segurança Pública foram acionadas imediatamente após o acidente. A operação de resgate envolveu também a Proteção Civil, unidades hospitalares e os serviços municipais de transporte. O governo português informou que acompanha a situação desde os primeiros momentos e mantém contato direto com a Câmara Municipal de Lisboa para coordenar as ações emergenciais.
“Transmitem-se orientações às autoridades para garantir apoio total às vítimas e às suas famílias”, informou o gabinete do primeiro-ministro Luís Montenegro, em nota oficial.
Segundo o embaixada do Brasil, não há brasileiros entre as vítimas do acidente.
Luto e repercussão internacional
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou o acidente e manifestou pesar às famílias. “Lamento profundamente o acidente ocorrido nesta tarde com o elevador da Glória, em particular as vítimas fatais e os feridos graves, bem como os vários levemente feridos”, declarou.

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, classificou a data como “um dia trágico para a cidade” e decretou três dias de luto municipal. Já a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prestou solidariedade às vítimas: “É com tristeza que tomei conhecimento do descarrilamento do famoso ‘Elevador da Glória’. Os meus sentimentos com as famílias das vítimas”, escreveu em publicação nas redes sociais.
As causas do descarrilamento ainda são investigadas pelas autoridades portuguesas.
Com informações da Reuters e CNN Internacional/

