Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (25) antes do jogo contra a França, Carlo Ancelotti comentou a pressão que tem sido feita para convocar Neymar e deixou claro que acompanha tudo o que acontece, mas mantém autonomia para decidir quem dever ser chamado.
O italiano reconheceu que o debate sobre a presença do craque na Copa do Mundo é constante, tanto entre torcedores quanto na imprensa. Ainda assim, reforçou que sua função exige análise criteriosa e responsabilidade, considerando diversos fatores antes de definir a lista final.
“Eu observo tudo, escuto tudo. Depois tenho, pelo papel que tenho aqui, que tomar decisões. É normal que, no futebol, cada um possa opinar, porque no futebol não existe nada universal. Então é correto que opinem sobre futebol, porque no futebol não existe ciência exata. Cada um tem uma opinião e eu tenho que respeitar as opiniões de todos”, declarou o treinador.
“RESPEITO TODAS AS OPINIÕES!” 🇧🇷 Ancelotti falou sobre a questão em relação a Neymar e as reclamações sobre sua não convocação!#Brasil #Ancelotti #Seleção pic.twitter.com/5dpfzvs5IJ
— Jovem Pan Esportes (@JovemPanEsporte) March 25, 2026
Dúvidas na escalação
Diferentemente de Neymar, que ficou fora por opção do treinador, a seleção brasileira sofreu algumas baixas importantes por questões físicas às vésperas dos amistosos preparatórios para a Copa.
Alisson, Alex Sandro e Gabriel Magalhães foram cortados após apresentarem problemas físicos. Diante disso, Ancelotti tem ajustado a lista conforme as necessidades.
A situação mais recente envolve Marquinhos. Apesar de estar com o grupo, o zagueiro não participou do treino de terça-feira e está fora do confronto contra a França.
“Marquinhos tem um pequeno problema, não estará disponível para o jogo, mas pode ser que atue contra a Croácia”, afirmou Ancelotti.
Brasil e França jogam nesta quinta-feira, às 17h, em Boston. Depois, no dia 31, em Orlando, a seleção brasileira enfrentará a Croácia, em Orlando.


