Cury anunciou sua intenção de disputar a Presidência da República em 2026; porém, ainda não possui filiação política
O escritor, professor e psiquiatra Augusto Cury, de 67 anos, surpreendeu o cenário público esta semana ao anunciar sua disposição em ingressar na política. Autor de best-sellers como O Homem Mais Inteligente da História e O Código da Inteligência, Cury utilizou suas redes sociais para publicar uma carta aberta detalhando uma possível pré-candidatura à Presidência da República em 2026.
Em sua declaração, o escritor enfatiza que a decisão não nasce de uma ambição pessoal, mas de um senso de dever cívico.
“Não amo o poder e não preciso dele. Colocar-me como possível pré-candidato é uma doação ao Brasil. Minha candidatura só se viabilizará se houver um partido que me convide para construir uma política de Estado, e não de legendas. Desejo dialogar sobre projetos, não sobre pessoas ou ideologias.”
Já apresentou propostas
Embora não possua histórico na política partidária, o psiquiatra afirma que dedica a última década à elaboração do Projeto Brasil 2027–2050. A carta aberta funciona como uma síntese desse plano, abordando pilares que ele considera fundamentais para o desenvolvimento nacional: Responsabilidade fiscal, agropecuária, investimento em Inteligência Artificial e robótica, educação e ciência.
Apesar do anúncio e da clareza de suas propostas, a candidatura de Augusto Cury permanece no campo das intenções. Sem filiação partidária ou articulação política prévia, o escritor depende agora da abertura de canais de diálogo com legendas que estejam dispostas a abraçar seu modelo de gestão técnica e programática.
Quem é o escritor
Reconhecido como um dos autores mais lidos da atualidade, Augusto Cury soma dezenas de milhões de exemplares vendidos em mais de 70 países. Sua relevância no mercado editorial foi chancelada pelo jornal Folha de S.Paulo, que o apontou como o autor brasileiro mais lido da década de 2000.
Psiquiatra e pesquisador, Cury é o mentor da Teoria da Inteligência Multifocal, estudo que analisa o funcionamento da mente, a construção do pensamento e a gestão da emoção. Ele foi considerado pelo jornal Folha de São Paulo como o autor brasileiro mais lido da década de 2000.

